Entenda por que ela virou prioridade e como melhorar a experiência dos colaboradores sem aumentar o caos do RH.
Se você trabalha com People, provavelmente já ouviu alguém dizer:"Precisamos melhorar a Employee Experience."
Aí começam as dúvidas. É fazer mais eventos? Criar benefícios novos? Reformar o escritório? Mandar um kit de onboarding bonito?
A resposta é: um pouco disso tudo. Mas, principalmente, é pensar em como as pessoas vivem a empresa no dia a dia.
Porque a experiência do colaborador não acontece só naquele evento anual que rende fotos lindas no LinkedIn. Ela acontece no onboarding confuso, no comunicado que ninguém entendeu, no feedback que nunca chega e naquele famoso mês que resolveu acontecer inteiro na mesma semana.

Employee Experience (ou EX) é tudo o que um colaborador vive desde o primeiro contato com a empresa até o último dia.
É o processo seletivo.
O onboarding.
Os comunicados.
Os eventos.
Os feedbacks.
Os reconhecimentos.
E até aquele e-mail respondido com uma pergunta que estava na segunda linha. Sim, isso também faz parte da experiência.
No fim, Employee Experience é a soma de centenas de pequenas interações. Quando elas são consistentes, a cultura deixa de existir só na apresentação institucional e começa a aparecer na rotina.